AFUNDADO EM 6 DE ABRIL DE 2004
© R.X. TODOS OS DIREITOS RESERVADOS
17.10.07
DAI DE BEBER A QUEM PODE PAGAR
Não haja dúvida que o povinho precisa de um advogado a tempo inteiro para poder viver em paz e sossego, e pôr esses esgravatados todos na linha! Ou em patins pela 31 de Janeiro... abaixo? Não, não!
PARA CIMA E PARA BAIXO ou UPs EU DID IT AGAIN ou SOLUÇÕES
I still don’t get it, how can one say to a lady –WOMAN- full of make-up: «you look so beautiful! », and when one’s seeing another lady –woman- without make-up, and it can/could be the same… there’s only one thought going trough their make-all-up minds: «you ugly poor thing! »
Or you see someone –WoMan- without make-up and you go: «with some mechanic screws we could make it saleable, just like a …ed up second hand car, you know what I mean?! »
Oremos!
nota pequena- em caso de necessário tradicionação basta acenar com a mão! é de borla porque odeio esses blogernários de merde que se vendem à pub; mas alguém... bom, vou controlar-me... e se alguém wants to know porque é que o texto apareceu em língua estranha eu darei conta do recado
Or you see someone –WoMan- without make-up and you go: «with some mechanic screws we could make it saleable, just like a …ed up second hand car, you know what I mean?! »
Oremos!
nota pequena- em caso de necessário tradicionação basta acenar com a mão! é de borla porque odeio esses blogernários de merde que se vendem à pub; mas alguém... bom, vou controlar-me... e se alguém wants to know porque é que o texto apareceu em língua estranha eu darei conta do recado
AL GORE E O SITMOS
Há por aí, que eu sei, especialistas em linguagem corporal: conseguem ler em todas as línguas, mesmo por debaixo da roupa de vestir vestida! E o que for: presidentes, papões, criminosos, machos e fêmeas com cio. Mas eu, mesmo eu, não preciso desse complexo todo quando olho para o gajo; basta compara-lo comigo... e como eu sei que sou boa pessoa... percebo logo que o Al ainda não recuperou do corte, energético, que a Mónica lhe deu, e dela ter ido, a correr, contar tudo ao Bile que o Gore a queria “aquecer”, globalmente falando!
SUBSCREVA A REVISTA O DETONADOR BETONADO
O meu camarada Buxe vem, agora, avisar a navegação para os perigos de uma possível terceira guerra animal. Mas o que ele quer dizer é que o que ele começou –grande ida ao wc- já não quer acabar, como quem diz: vou aquecer as mão para outra fogueira, de preferência onde possa assar castanhas assadas. São aqueles bitaites sem sentido por alguém que nunca teve de bater a pala!!
Mais engraçado ainda, o Dalai Lama visita os Estados Unidos e é recebido com pompa e circunstância – mesmo com o habitual grunhir dos chineses (dentre muitos gronhadores à solta por aí, e por aqui!) – mas quando vem a Portugal – grande aliado nas guerras contra terrores e coisas mais tipo encontros nos Azores – tolhem-se todos com medo de umas cachaçadas Made in China. O que eu quero dizer é, simplesmente, não se metam à frente de um tractor muito grande –tipo tractante- aquando ao guiador de um tricilo, ou ao volante de um Punto em 2ª mão. Também há quem chame a isto coisas como: assédio sexual, chatear, partir a loiça toda, pedofilia, embirrar e, mais popularmente, ir ao wc d’alto para quem está no wc d’baixo.
E um gajo já nem se pode perder, à vela, nesse mar imenso...
Quando estarão disponíveis os primeiros carrolácteos para viagens intermináveis –e por conta própria- pelo afirmamento fora? Ou o que seja!
NOTA: claro que conheço muito bem os meandros da diplomacia (algures aqui, já desanquei nela faz tempo!) e das trasfegas de vinho. Mas não subscrevo!
E, por agora, mais engraçado ainda é o Dalai Lama ir “esfregar-se” com o camarada Buxe, membro de uma santidade diferente. Só!
E quando for descoberta a melhor arma militar de ataque militar-ò-ataque, que será (já o sei!) a Bomba-de-encher-pneus-de-bicicleta-à-mão vai ser um... um... um pedal a pedalar com outro pedal fazendo a corrente andar à volta atrás da roda da frente e no meio do quadro eu vou voltar para a minha doce cabana e preparar uma sopinha de massa; com muita areia e pouco cimento para não agarrar muito cascalho!
Mais engraçado ainda, o Dalai Lama visita os Estados Unidos e é recebido com pompa e circunstância – mesmo com o habitual grunhir dos chineses (dentre muitos gronhadores à solta por aí, e por aqui!) – mas quando vem a Portugal – grande aliado nas guerras contra terrores e coisas mais tipo encontros nos Azores – tolhem-se todos com medo de umas cachaçadas Made in China. O que eu quero dizer é, simplesmente, não se metam à frente de um tractor muito grande –tipo tractante- aquando ao guiador de um tricilo, ou ao volante de um Punto em 2ª mão. Também há quem chame a isto coisas como: assédio sexual, chatear, partir a loiça toda, pedofilia, embirrar e, mais popularmente, ir ao wc d’alto para quem está no wc d’baixo.
E um gajo já nem se pode perder, à vela, nesse mar imenso...
Quando estarão disponíveis os primeiros carrolácteos para viagens intermináveis –e por conta própria- pelo afirmamento fora? Ou o que seja!
NOTA: claro que conheço muito bem os meandros da diplomacia (algures aqui, já desanquei nela faz tempo!) e das trasfegas de vinho. Mas não subscrevo!
E, por agora, mais engraçado ainda é o Dalai Lama ir “esfregar-se” com o camarada Buxe, membro de uma santidade diferente. Só!
E quando for descoberta a melhor arma militar de ataque militar-ò-ataque, que será (já o sei!) a Bomba-de-encher-pneus-de-bicicleta-à-mão vai ser um... um... um pedal a pedalar com outro pedal fazendo a corrente andar à volta atrás da roda da frente e no meio do quadro eu vou voltar para a minha doce cabana e preparar uma sopinha de massa; com muita areia e pouco cimento para não agarrar muito cascalho!
12.10.07
MAIS UMA SESSÃO FOTOGRÁFICA NO BELES
Nada de surpreendente, ou não fossem os mais óbvios de adivinhar. Mas o reparo que quero aqui fazer é: se é preciso dar um nobele ao Al Gore para que o mundo acorde -quem programou o despertador?- de manhã, e mais cedo do que o habitual, para gozar as frescuras matinais antes do calor intensificar, então desisto da minha carreira de besta quadrada -que até estava promissora- e vou para tradutor/intérprete ao serviço dos anjinhos que visitam a terra para ver como andam as turras!
Ai! Ai! Ai! Ai! Alguma senhora enfermeira por aí?
Ai! Ai! Ai! Ai! Alguma senhora enfermeira por aí?
11.10.07
PARA MAIORES DE 100 ANITOS
Temos cancro da mama, temos sida, temos tuberculose, temos falta de dinheiro, temos frustações, temos cancro do pulmão, temos peso a menos, temos a doença dos pézinhos, temos varizes, temos dores de cabeça, temos esquentamentos, temos hemorróides, temos dores de dentes, temos poluição variadíssima, temos falta de orgasmos, temos as tensões altas, temos peso a mais, temos falta de sorte, temos parvalhões a governar, temos falta de respeitinho, temos falta de peixe, temos futebol, temos a gripe, temos a bronquite, temos as hepatites, temos dor de costas, temos dentes postiços, temos ataques cardíacos, temo que vá ter de ficar por aqui... e temos morte assegurada: por que caral&o ainda precisamos de guerra?...
DESCARREGAMENTO EFECTIVADO
Ontem recebi a ligação para fazer o descarregamento do novo disco do Radiohead. Um acontecimento porque foi a primeira vez, e porque assim posso “comprar” muito mais música e a um preço mais do que justo.
Críticamente nada a comentar: quem gosta gosta e quem não gosta que coma um corneto de morango.
“Nude” enche-me a alma! E “Jigsaw Falling Into Place” também!
Críticamente nada a comentar: quem gosta gosta e quem não gosta que coma um corneto de morango.
“Nude” enche-me a alma! E “Jigsaw Falling Into Place” também!
10.10.07
AGUARDENTE
Se o povo iraquiano fosse mais estupido do que o americano, se a água não estivesse tão suja, e se o lucro da segurança privada -Blackwater- não fosse tão elevado do que se poderiam queixar os iraquianos? De não haver mais bombas... de gasolina? Ou das poucas visitas do Jorge Buxe? É o gatilho, estúpido! Tão fácil como atirar a matar inocentes nas ruas que nåo se cruzam com a avenida dos Estados Unidos da América!
8.10.07
A DESCOBERTA DO CAMINHO MARITÍMO PARA CASA
Disse-se –com a minha total discordância- após o 11 de setembro de 2001, que o mundo nunca mais seria o mesmo... bom, podem dizê-lo outra vez: depois do Jorge Buxe o mundo jamais será o mesmo –só a América!
E já agora, como as tempestades estão cada vez mais decididas, uma sugestão para a comunidade científico-metereológica: passem a usar os nomes mais sonantes da administração Buxe para as "baptizar". Por exemplo: «furacão Dique Chenei, estonteou toda a zona costeira da Florida...» Ou: «tufão Donal de Rumesfelde replantou um sem número de árvores que se encontravam enraízadas no solo do Havai...» Ou: «tsunami Jorge Buxe arrastou surfistas desprevenidos na costa californiana desde Carpinteria, em Los Anjinhos, até Bolinas, em São Francisco...»
E já agora, como as tempestades estão cada vez mais decididas, uma sugestão para a comunidade científico-metereológica: passem a usar os nomes mais sonantes da administração Buxe para as "baptizar". Por exemplo: «furacão Dique Chenei, estonteou toda a zona costeira da Florida...» Ou: «tufão Donal de Rumesfelde replantou um sem número de árvores que se encontravam enraízadas no solo do Havai...» Ou: «tsunami Jorge Buxe arrastou surfistas desprevenidos na costa californiana desde Carpinteria, em Los Anjinhos, até Bolinas, em São Francisco...»
6.10.07
BANANAS DESCASCADAS
Sally Field –actriz Americana que desconheço: boicoto todos os filmes e cinema das duas últimas décadas por razões de qualidade e saúde pública- foi cortada a meio, pela cadeia de televisão Fox, ao usar da língua para agradecer um emmy que recebeu pelo desempenho, numa série de tv, de uma mãe de um filho que serviu no Afeganistão. Assim, o resultado final foi uma premonição: «Let’s face it. If the mothers ruled the world, there would be no god…» Mas Deus estava lá: «...dam wars in the first place! » Ela não foi, concerteza, uma das minhas mais procuradas professoras primárias... tanta régua que ainda hoje não gosto de esquadros!
MORAL E MORAL
O ocidente versus o oriente; ou o deboche versus o debochar; ou o sul como o oposto do norte; ou, apenas, como o sonho americano continua a ser isso mesmo...
E a invasão da Sharia está cada vez mais potente e os governos europeus bem “entalados” na sua ignorância, na sua impotência, enfim na sua infertilidade -tal é a sua incapacidade para fazer cumprir as leis nativas, e manter as fronteiras terrestres às claras -apesar de estarem, muitas há muito, cartografadas. Entretanto, os muçulmanos continuam a queixar-se de tudo e de nada, esquecendo-se de que não estão –mais!- nos seus países de origem onde a falta de liberdade, a falta de água canalizada e saneamento e a quase inexistência –se não mesmo total ausência- de outras religiões e seus templos preenchem as 24 horas do dia; onde o feminino é sinónimo de pecado mortal e a repressão é um facto quase diário... enfim, onde a tolerância e a coexistência foram uma realidade, mas há séculos atrás. Evidentemente, o ocidente sabe, e muito bem, que apesar de toda a conversa de treta acerca de direitos humanos, democracias e liberdades, por um lado, há também o obsceno que se esconde por detrás do empreendedorismo, do negócio oportunista, da falta de visão de futuro que prepassa sociedades –não importa quantas universidades, estudantes, e doutores existam! E de uma crescente epidemia –talvez o perfeito auto-diagnóstico- de seres escravos de uma dieta pobre e excessiva –empacotada e vendida pronta a aquecer- e cujos desperdícios dariam, por si só, para alimentar quase metade do planeta à borla.
E a invasão da Sharia está cada vez mais potente e os governos europeus bem “entalados” na sua ignorância, na sua impotência, enfim na sua infertilidade -tal é a sua incapacidade para fazer cumprir as leis nativas, e manter as fronteiras terrestres às claras -apesar de estarem, muitas há muito, cartografadas. Entretanto, os muçulmanos continuam a queixar-se de tudo e de nada, esquecendo-se de que não estão –mais!- nos seus países de origem onde a falta de liberdade, a falta de água canalizada e saneamento e a quase inexistência –se não mesmo total ausência- de outras religiões e seus templos preenchem as 24 horas do dia; onde o feminino é sinónimo de pecado mortal e a repressão é um facto quase diário... enfim, onde a tolerância e a coexistência foram uma realidade, mas há séculos atrás. Evidentemente, o ocidente sabe, e muito bem, que apesar de toda a conversa de treta acerca de direitos humanos, democracias e liberdades, por um lado, há também o obsceno que se esconde por detrás do empreendedorismo, do negócio oportunista, da falta de visão de futuro que prepassa sociedades –não importa quantas universidades, estudantes, e doutores existam! E de uma crescente epidemia –talvez o perfeito auto-diagnóstico- de seres escravos de uma dieta pobre e excessiva –empacotada e vendida pronta a aquecer- e cujos desperdícios dariam, por si só, para alimentar quase metade do planeta à borla.
NO CLEAR... AQUI!
Se o presidente Jorge Buxe soubesse, aquando da invasão do Ataque, o que sabe hoje, ele e a dita dor, Sá Dá-me, seriam amigos de beijinhos, armamento e abraços perante as iminentes arrelias do novo miúdo na vizinhança, Mahmoud Ahmadine - nada a ver com o Almude... de vinho - também conhecido como o terrível No Clear. São assim os dramas que viram romances! Até mesmo raridades postais!
PUTINICES
O puto traquina, rufia e sabidolas virou o bico ao prego e diz que vai ser, depois de presidente, tocador de discos; mais especificamente lados B.
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