Mas a luta continua, também, e aqui!
Aceito que os políticos possam cometer erros (bom...) enquanto governantes, agora, tirar proveitos financeiros à posteriori? Isso nunca! Falta de personalidade à posteriori significa falta de personalidade à priori!
Aparte: observei, à dias e durante alguns minutos apenas, a ARtv, com um deputado a falar para outros deputados e, creiam-me, bastou ver como se comportavam (também conhecido como linguagem corporal e caretas) -aquela brejeirice e ar de rufias inofensivos- para confirmar -só mais uma vez, já que nunca é demais ter a certeza!- que estamos bem entregues. Ao futuro só poderá faltar a sorte, o resto está garantido.
AFUNDADO EM 6 DE ABRIL DE 2004
© R.X. TODOS OS DIREITOS RESERVADOS
18.4.10
26.3.10
ASNEIRA
Portugal, meu querido país, ando sempre a tentar libertar-me da tua raíz. Não, não é por mal, ou por querer-te mal, mas por ver fazerem-te mal.
Com o teu passado glorioso, se bem que um pouco duvidoso, bem como doloroso para alguns africanos (alguns!!!) –mexicanos não!- e o teu presente cada vez mais ausente, não consigo aceitar que te queiram castigar – os que te deviam guiar!- sendo que eu, nado e vivo, não te odeio assim tanto –comparado!- mas tão pouco me assemelho a tanto asno.
Pronto final
©manxa
Com o teu passado glorioso, se bem que um pouco duvidoso, bem como doloroso para alguns africanos (alguns!!!) –mexicanos não!- e o teu presente cada vez mais ausente, não consigo aceitar que te queiram castigar – os que te deviam guiar!- sendo que eu, nado e vivo, não te odeio assim tanto –comparado!- mas tão pouco me assemelho a tanto asno.
Pronto final
©manxa
NÃO TENHAS PRESSA
O meu bébé
Dá aos pés
Mas não
Se aguenta:
Nem em
Um,
Nem em
Dois.
Ainda
Não.
E o meu pai,
Que já muito
Andou
A pé,
Está deitado,
À espera
De ser
Mudado
Para o
Outro lado.
©manxa
Dá aos pés
Mas não
Se aguenta:
Nem em
Um,
Nem em
Dois.
Ainda
Não.
E o meu pai,
Que já muito
Andou
A pé,
Está deitado,
À espera
De ser
Mudado
Para o
Outro lado.
©manxa
PÕE(MA) A MESA
Anseio a fuga
Para a natureza
Como a possibilidade
De nascer
Ao contrário;
Quero dizer:
Voltar atrás.
A frescura
Da sombra,
O verde
Das folhas,
O azul
Da roupa,
O amarelo
Da casa,
O sujo
Do trabalho,
Tudo,
Tudo são
Recordações
Que me
Alimentam
O desejo
De voltar,
Ao príncipio,
E começar
A desenvelhecer;
Como que
Para morrer
E ressucitar:
Novo, na pele
Dum lobo,
E deixar
De ser
Estorvo
À evolução
Da sociedade.
Entretanto,
A sopa
Arrefeceu,
E o arroz
Esturricou.
Mas o bébé
Não chorou,
Nem reclamou.
Pudera,
Nem acordou.
©manxa
Para a natureza
Como a possibilidade
De nascer
Ao contrário;
Quero dizer:
Voltar atrás.
A frescura
Da sombra,
O verde
Das folhas,
O azul
Da roupa,
O amarelo
Da casa,
O sujo
Do trabalho,
Tudo,
Tudo são
Recordações
Que me
Alimentam
O desejo
De voltar,
Ao príncipio,
E começar
A desenvelhecer;
Como que
Para morrer
E ressucitar:
Novo, na pele
Dum lobo,
E deixar
De ser
Estorvo
À evolução
Da sociedade.
Entretanto,
A sopa
Arrefeceu,
E o arroz
Esturricou.
Mas o bébé
Não chorou,
Nem reclamou.
Pudera,
Nem acordou.
©manxa
AO SOL(AR)
Andou assustado,
O sol, ofuscado
Pelas nuvens
Do inverno.
Mas nunca
Desiste,
Ele que insiste
Em brilhar
Mais do que
Qualquer estrela;
Mesmo de cinema.
Acabou por chegar,
Mais atrasado
Do que o desejado,
Mas a tempo
Do aniversário
Da Sara.
E até a mim
Sara
A angústia
Mais rara,
Que vive,
À sombra,
Mesmo na minha
Cara,
A descarada.
© manxa
O sol, ofuscado
Pelas nuvens
Do inverno.
Mas nunca
Desiste,
Ele que insiste
Em brilhar
Mais do que
Qualquer estrela;
Mesmo de cinema.
Acabou por chegar,
Mais atrasado
Do que o desejado,
Mas a tempo
Do aniversário
Da Sara.
E até a mim
Sara
A angústia
Mais rara,
Que vive,
À sombra,
Mesmo na minha
Cara,
A descarada.
© manxa
14.3.10
SUBTERRÂNEO
13.3.10
5.3.10
CINEMURRICES
Don Key, nomeado para a categoria de melhor ‘Ah!malandro’® -por falta de comparência no filme sem o mesmo título- foi acossado por Myb Alls após a visualização de alguns dos filmes concorrentes aos Fósforo®; o mais luminoso dos prémios CinePau. Outro filme nomeado foi um re-make intitulado: ‘Missed Opportunities – the revenge of the lost sperm’.
2.3.10
ENTRE TIVE e ENTRE TEVE
Don Key, mestre de grandes obras –todas, menos literárias!- concedeu a sua primeira entrevista, série: Dade, aqui ao manxa e sobre o que se segue.
manxa- Está preocupado com a economia?
Don Key- Não. Absolutamente. Tenho muitas economias; se uma se perder... ainda fico com outras tantas.
manxa- Não, não é o pé-de-meia, ou pés, que tem, mas a Economia.
Don Key- Ah! Nunca imaginei que a ‘coisa’, quero dizer a Economia, fosse apanhada, assim, desprevenida. E depois de tanto lucro. C.A.R.A.M.B.A! (Psiu! Mas Ela sabia com quem andava metida. Sempre ouvi dizer que o gajo não tinha nem um tostão, e mesmo assim Ela quis casar-se com partilha de bens. Chiu!)
manxa- Como se está a dar com o aquecimento global?
Don Key- Muito mal. Faz-me transpirar muito. E quanto mais transpiro mais banhos tenho de tomar. ‘A pain in the ass’!
manxa- Mas, o que pensa de toda a discussão, filosófico-científico-e não sabe mas diz o que sabe?
Don Key- Ah! Para mim, e devo salientar a minha total imparcialidade no assunto mesmo possuindo acções de uma fábrica de frigoríficos, temos de esperar com calma. Não podemos precipitar a precipitação; não podemos reflectir a radiação; não devemos ir prá esplanada no inverno, muito menos a pé; em suma, se tiramos o frango do churrasco ante de ele estar assado como vamos poder assa-lo? Ah? Pois, com calma, e chupem mais gelados.
manxa- E o que lhe vai na alma política?
Don Key- Muita confusão. Mas deve de ser na minha cabeça; o mundo continua a viver o seu dia-a-dia normalmente, sem grande sobressaltos: ainda não houve a tão propalada 3ª guerra mundial, pelo menos desde que começou a contagem ; ainda não faltou comida, água, vinho e perfumes; o sol levanta-se a horas e a lua continua a ter as suas fases... É verdade, ò manxa, nem com a Economia toda tesa e os mealheiros em cacos o povo chora: discotecas fechadas só por falta de seguranças.
manxa- E assim damos por terminada a primeira entrevista. Muito obrigado, Don Key, e em breve entrevista-lo-emos para ‘outros’ assuntos. Se quiser.
Don Key- Obrigado não, são, exactamente: €xxxxxxxx. E sempre à disposição, ora essa.
manxa- Está preocupado com a economia?
Don Key- Não. Absolutamente. Tenho muitas economias; se uma se perder... ainda fico com outras tantas.
manxa- Não, não é o pé-de-meia, ou pés, que tem, mas a Economia.
Don Key- Ah! Nunca imaginei que a ‘coisa’, quero dizer a Economia, fosse apanhada, assim, desprevenida. E depois de tanto lucro. C.A.R.A.M.B.A! (Psiu! Mas Ela sabia com quem andava metida. Sempre ouvi dizer que o gajo não tinha nem um tostão, e mesmo assim Ela quis casar-se com partilha de bens. Chiu!)
manxa- Como se está a dar com o aquecimento global?
Don Key- Muito mal. Faz-me transpirar muito. E quanto mais transpiro mais banhos tenho de tomar. ‘A pain in the ass’!
manxa- Mas, o que pensa de toda a discussão, filosófico-científico-e não sabe mas diz o que sabe?
Don Key- Ah! Para mim, e devo salientar a minha total imparcialidade no assunto mesmo possuindo acções de uma fábrica de frigoríficos, temos de esperar com calma. Não podemos precipitar a precipitação; não podemos reflectir a radiação; não devemos ir prá esplanada no inverno, muito menos a pé; em suma, se tiramos o frango do churrasco ante de ele estar assado como vamos poder assa-lo? Ah? Pois, com calma, e chupem mais gelados.
manxa- E o que lhe vai na alma política?

Don Key- Muita confusão. Mas deve de ser na minha cabeça; o mundo continua a viver o seu dia-a-dia normalmente, sem grande sobressaltos: ainda não houve a tão propalada 3ª guerra mundial, pelo menos desde que começou a contagem ; ainda não faltou comida, água, vinho e perfumes; o sol levanta-se a horas e a lua continua a ter as suas fases... É verdade, ò manxa, nem com a Economia toda tesa e os mealheiros em cacos o povo chora: discotecas fechadas só por falta de seguranças.
manxa- E assim damos por terminada a primeira entrevista. Muito obrigado, Don Key, e em breve entrevista-lo-emos para ‘outros’ assuntos. Se quiser.
Don Key- Obrigado não, são, exactamente: €xxxxxxxx. E sempre à disposição, ora essa.
24.2.10
MEN (DING THE) THINKING
I was told,
Before I could
(Unfold) tell,
So many things
(Unbelievable,
Most of them!)
That brave
Men do.
Only
Brave men.
Do me
A favour,
Teach me
To be brave,
And then
A man.
©2010 manxa
Before I could
(Unfold) tell,
So many things
(Unbelievable,
Most of them!)
That brave
Men do.
Only
Brave men.
Do me
A favour,
Teach me
To be brave,
And then
A man.
©2010 manxa
17.2.10
CENTAI-VOS
Em tempos de crise, a Crise obriga-nos a fazer sacríficios. Quando a crise é muito grave, o sacríficio é maior, ainda. Também é normal que os salários não subam, mesmo corr(o)endo-se o risco dos melhores trabalhadores “fugirem” (com as melhores trabalhadoras). A verdade é que o sistema é capitalista, o lucro é a sua pujança, e nada, nem ninguém, que se meta à sua frente pode esperar uma gentil brisa a acariciar-lhe as bochechas. Não! isso seria um sacrilégio. Agora, a crise, ainda mal começou, mas não se pode impedir que os lucros bancários possam originar bónuses para os seus dedicados funcionários: aliás, a magia de transformar centavos em lucros é muito exigente (embora poucos percebem a sua real dinâmica!!): muita papelada, muita ginástica, muita letra miudinha, muita perspicácia, muita ambição, muita simpatia, muita roupa do mesmo estilo. Enfim, uns dão o corpo às balas, outros tratam de produzir as balas; os primeiros são dispensáveis, os segundos são profissionais.
16.2.10
14.2.10
REFORMAS? REFORMEM-SE...
Nunca fui muito fã deste sistema porque, quando me quis reformar aos 20 anos de idade, me rejeitou o pedido, insistente devo de confirmar, e mandou-me trabalhar até me cansar. Mas como nunca me cansei de pensar, mesmo sem me pagarem, cheguei à conclusão de que o melhor será o sistema acabar: pague-se um salário in decente, que dê para que cada um se possa governar bem, até de quando se nasce, e que se reforme quando quiser e que coma do que sobrar.
Subscrever:
Mensagens (Atom)




